Sobre

REGRAS NA TRILHA – TRENTO LAMA
1- RESPEITAR AS PLACAS DE SINALIZAÇÃO QUE FOREM ADOTADAS;
2- RESPEITAR QUALHER PORTEIRA QUE ESTEJA TRANCADA , E NUNCA DEIXAR AS MESMAS ABERTAS E JAMAIS CORTAR CERCAS E ARAMES;
3- RESPEITAR AS PROPRIEDADES ALHEIAS PASSANDO SOMENTE ONDE É PERMITIDO;
4- TRATAR COM RESPEITO OS MORADORES DE POVOADOS, SÍTIOS E OUTROS;
5- DIMINUIR A VELOCIDADE AO PASSAR NO CENTRO DA CIDADE, BAIRROS OU VILAS;
6- TOMAR CUIDADO COM ANIMAIS DOMÉSTICOS E SILVESTRES;
7- PASSAR DEVAGAR ONDE TEM ANIMAIS QUE POSAM SE ASUSTAR;
8- NÃO POLUIR O MEIO AMBIENTE;
9- DAR ATENÇÃO AOS INICIANTES, AJUDANDO E DANDO DICAS DE PILOTAJEM;
10- SEGUIR SEMPRE NAS TRILHAS EM SENTIDO PLANEJADO PELA EQUIPE, E NUNCA ANDAR EM SENTIDO CONTRÁRIO;
11- JAMAIS ANDAR SOZINHO NAS TRILHAS;
12- PROCURAR DEIXAR SUA MOTO SEMPRE EM PERFEITO ESTADO DE MANUTENÇÃO;
13- NÃO CIRCULAR EM VIA PÚBLICAS COM A CAMISA DA EQUIPE, A NÃO SER QUE ESTEJA INDO FAZER TRILHA ( SÁBADOS A TARDE, DOMINGOS OU FERIADOS);
14- MUNCA ANDE EM FILA DUPLA E NÃO ANDE PELA CONTRAMÃO EM ESTRADAS PUBLICAS;
15- USAR SEMPRE A CAMISA OFICIAL DO TRENTO LAMA EM TRILHAS, EVENTOS, PASSEIOS. A CAMISA É UMA REFERÊNCIA INFORMANDO QUE O MOTOCICLISTA FAZ PARTE DA TRENTO LAMA. A CAMISA É UNÍCA E INTRANSFERÍVEL, SOMENTE O ASSOCIADO CREDENCIADO COM O SEU NOME E NÚMERO PODERA USÁ-LO. O SOCIO QUE EMPRESTAR A OUTRA PESSOA FICARÁ SUJEITO AS PENALIDADES DO TRENTO LAMA;
16- OS SÓCIOS MENORES DE IDADE SOMENTE PODERÃO IR PARA TRILHA COM PELO MENOS UM DE SEUS SÓCIOS CADASTRADOS;
17- TODA EQUIPE AO SAIR PARA A TRILHA DEVERÁ TER UM PILOTO RESPONSÁVEL PARA PEGAR COM AS CHAVES DAS PORTEIRAS E PUCHAR A FILA, OU SEJA, EM VIAS PUBLICAS TODOS DEVERÃO ANDAR ATRAS DELE;

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO NEOTRENTINA DOS ESPORTES RADICAIS

 

CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS.

Art.1º – A Associação Trento Lama também designada pela sigla, ATL, fundada no dia 8 de agosto de 2011 é uma associação, sem fins econômicos, que terá duração por tempo indeterminado, sede no Município de Nova Trento, Estado de Santa Catarina, na rua Alferes, n.1376, bairro Trinta Réis e foro em São João Batista. Art.2º - A Associação tem por finalidades:

I- Organizar e promover eventos e confraternizações, dentro de âmbitos regionais e/ou municipais, tendo em vista estimular a atividade desportiva, entre profissional ou não, de todas as modalidades que envolvam trilhas, passeios, corridas de aventuras, dentre outros, com quaisquer meio de locomoção;

II- Apoiar a pratica de esportes, que envolvam moto, quadrículos, gaiolas, ou demais veículos para ambientes rurais, dentro de competições nacionais ou internacionais, nas suas várias modalidades;

III- Contribuir, dentro das formas possíveis, com os atletas amadores, que visualizam o esporte como um meio de laser e/ou diversão;

IV- Unir o maior número de praticante de esportes radicais, visando o bem comum e a diversão do grupo;

V- Organizar e buscar sempre melhorar as atividades que envolvam trilhas, passeios ou congêneres, criando uma boa relação entre seus praticantes;

VI – Manter sempre que possível em boas condições para a pratica dos esportes os locais destinados a pratica deste tipo de atividade rural no âmbito de sua jurisdição;

VII – Incentivar o Esporte e a Cultura, buscando criar meios para estimular sua pratica pela sociedade como um todo.

Art.3º – No desenvolvimento de suas atividades, a associação não fará qualquer discriminação de raça, cor, sexo ou religião. Art.4º – A Associação poderá ter um Regimento Interno, que aprovado pela Assembléia Geral, disciplinará o seu funcionamento. Art.5º – A fim de cumprir suas finalidades, a Associação poderá organizar-se em tantas unidades de prestação de serviços, quantas se fizerem necessárias, as quais se regeram pelo Regimento Interno.

 CAPÍTULO II - DOS ASSOCIADOS Art.6º – A Associação é constituída por número ilimitado de associados, que serão admitidos, a juízo da diretoria, dentre pessoas idôneas. Art. 7º - Haverá as seguintes categorias de associados:

I – Fundadores, os que assinarem a ata de fundação da Associação;

II  – Beneméritos, aqueles aos quais a Assembléia Geral conferir esta distinção, espontaneamente ou por proposta da diretoria, em virtude dos relevantes serviços prestados à Associação;

III  – Honorários, aqueles que se fizerem credores dessa homenagem por serviços de notoriedade prestados à Associação, por proposta da diretoria à Assembléia Geral;

IV – Contribuintes, os que pagarem a mensalidade estabelecida pela Diretoria. Art. 8º – São direitos dos associados quites com suas obrigações sociais:

I – votar e ser votado para os cargos eletivos;

II – tomar parte nas assembléias gerais.

Parágrafo único. Os associados beneméritos e honorários não terão direito a voto e nem poderão ser votados. Art. 9º – São deveres dos associados:

I – cumprir as disposições estatutárias e regimentais;

II – acatar as determinações da Diretoria.

 Parágrafo único. Havendo justa causa, o associado poderá ser demitido ou excluído da Associação por decisão da diretoria, após o exercício do direito de defesa. Da decisão caberá recurso à assembléia geral. Art. 10 – Os associados da entidade não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações e encargos sociais da instituição.

 CAPÍTULO III - DA ADMINISTRAÇÃO Art. 11 – A Associação será administrada por:

I – Assembléia Geral;

II – Diretoria;

III – Conselho Fiscal. Art. 12 – A Assembléia Geral, órgão soberano da instituição, constituir-se-á dos associados em pleno gozo de seus direitos estatutários. Art. 13 – Compete à Assembléia Geral:

I – eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal;

II – destituir os administradores;

III – apreciar recursos contra decisões da diretoria;

IV – decidir sobre reformas do Estatuto;

V – conceder o título de associado benemérito e honorário por proposta da diretoria;

VI – decidir sobre a conveniência de alienar, transigir, hipotecar ou permutar bens patrimoniais;

V II–decidir sobre a extinção da entidade, nos termos do artigo 33;

VIII – aprovar as contas;

IX – aprovar o regimento interno. Art. 14 – A Assembléia Geral realizar-se-á, ordinariamente,  3 (três) por ano para:

I – apreciar o relatório anual da Diretoria;

II – discutir e homologar as contas e o balanço aprovado pelo Conselho Fiscal. 

Art. 15 – A Assembléia Geral realizar-se-á, extraordinariamente, quando convocada:

I – pelo presidente da Diretoria;

II – pela Diretoria;

II – pelo Conselho Fiscal;

III – por requerimento de 1/5 dos associados quites com as obrigações sociais. Art. 16 – A convocação da Assembléia Geral será feita por meio de edital afixado na sede da Instituição, por circulares ou outros meios convenientes, com antecedência mínima de 2 (dois) dias.

Parágrafo único – Qualquer Assembléia instalar-se-á em primeira convocação com a maioria dos associados e, em segunda convocação, com qualquer número, não exigindo a lei quorum especial. Art. 17 – A Diretoria será constituída por um Presidente, um Vice-Presidente, Primeiro e Segundo Secretários, Primeiro e Segundo Tesoureiros. Parágrafo Único – O mandato da diretoria será de 4 (quatro) anos, vedada mais de uma reeleição consecutiva. Art. 18 – Compete à Diretoria:

I – elaborar e executar programa anual de atividades;

II – elaborar e apresentar, à Assembléia Geral, o relatório anual;

III – estabelecer o valor da mensalidade para os sócios contribuintes;

IV – entrosar-se com instituições públicas e privadas para mútua colaboração em atividades de interesse comum;

V – contratar e demitir funcionários;

VI – convocar a assembléia geral; Art. 19 – A diretoria reunir-se-á no mínimo 1 (uma) vez por cada três meses. Art. 20 – Compete ao Presidente:

I – representar a Associação ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente;

II – cumprir e fazer cumprir este Estatuto e o Regimento Interno;

III – convocar e presidir a Assembléia Geral:

IV – convocar e presidir as reuniões da Diretoria;

V – assinar, com o primeiro tesoureiro, todos os cheques, ordens de pagamento e títulos que representem obrigações financeiras da Associação; Art. 21 – Compete ao Vice-Presidente:

I – substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos;

II – assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término;

III – prestar, de modo geral, a sua colaboração ao Presidente. Art. 22 – Compete o Primeiro Secretário:

I – secretariar as reuniões da Diretoria e Assembléia Geral e redigir as atas;

II – publicar todas as notícias das atividades da entidade Art. 23 – Compete ao Segundo Secretário:

I – substituir o Primeiro Secretário em suas faltas ou impedimentos;

II – assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término; e

III – prestar, de modo geral, a sua colaboração ao primeiro secretário. Art. 24 – Compete ao Primeiro Tesoureiro:

I – arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração;

II – pagar as contas autorizadas pelo Presidente:

III – apresentar relatórios de receita e despesas, sempre que forem solicitados:

IV – apresentar o relatório financeiro para ser submetido à Assembléia Geral;

V – apresentar semestralmente o balancete ao Conselho Fiscal;

VI – conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos à tesouraria;

VII – manter todo o numerário em estabelecimento de crédito;

VIII – assinar, com o presidente, todos os cheques, ordens de pagamento e títulos que representem obrigações financeiras da Associação; Art. 25 – O Conselho Fiscal será constituído por 2 (dois) membros, eleitos pela Assembléia Geral.

1º – O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria.

2º – Em caso de vacância, o mandato será assumido pelo respectivo suplente, até seu término. Art. 26 – Compete ao Conselho Fiscal:

I – examinar os livros de escrituração da entidade;

II- examinar o balancete semestral apresentado pelo Tesoureiro, opinando a respeito;

III – apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que forem solicitados.

IV – opinar sobre a aquisição e alienação de bens.

Parágrafo Único – O Conselho reunir-se-á ordinariamente a cada 5 meses e, extraordinariamente, sempre que necessário. Art. 27 – As atividades dos diretores e conselheiros, bem como as dos associados, serão inteiramente gratuitas, sendo-lhes vedado o recebimento de qualquer lucro, gratificação, bonificação ou vantagem. Art. 28 – A instituição não distribuirá lucros, resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcela de seu patrimônio, sob nenhuma forma ou pretexto. Art. 29 – A Associação manter-se-á através de contribuições dos associados e de outras atividades, sendo que essas rendas, recursos e eventual resultado operacional serão aplicados integralmente na manutenção e desenvolvimento dos objetivos institucionais, no território nacional. CAPÍTULO IV - DO PATRIMÔNIO Art. 30 – O patrimônio da Associação será constituído de bens móveis, imóveis, veículos, semoventes, ações e apólices de dívida pública. Art. 31 – No caso de dissolução da Instituição, os bens remanescentes serão destinados a outra instituição congênere, com personalidade jurídica, que esteja registrada no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS ou entidade Pública.

 CAPÍTULO V - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 32 – A Associação será dissolvida por decisão da Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para esse fim, quando se tornar impossível a continuação de suas atividades. Art. 33 – O presente estatuto poderá ser reformado, em qualquer tempo, por decisão de 2/3 (dois terços) dos presentes à assembléia geral especialmente convocada para esse fim, não podendo ela deliberar, em primeira convocação, sem a maioria absoluta dos associados, ou com menos de 1/3 (um terço) nas convocações seguintes, e entrará em vigor na data de seu registro em cartório. Art. 34 – Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembléia Geral. O presente estatuto foi aprovado pela assembléia geral realizada no dia 9/05/2008.

 

ATA DE ELEIÇÃO E POSSE DA PRIMEIRA DIRETORIA  DA ASSOCIAÇÃO TRENTO LAMA

 

Aos quinze dias do mês de agosto de 2011, às dezessete horas e cinqüenta minutos, na sede na Rua Alferes, Nova Trento- SC reuniram-se os Associados da ATL, com a finalidade de eleger e dar posse a primeira diretoria da mesma. Regularmente instalada a Assembléia, foram eleitos o Sr. Alaércio Voltolini secretário da Assembléia.  Após a primeira chamada, com a presença de todos abaixo assinado, representando a maioria das pessoas envolvidas e interessadas, foi dado início as atividades da Assembléia. Foi apresentada uma única chapa para assumir a Presidência da Associação Trento Lama, representada pelo Sr Alaércio Volotlini como Presidente e Pedro Vargas como vice presidente. A chapa representada pelos senhores Alaércio e Pedro foi aprovada por unanimidade pelos membros presentes, com um percentual de todos os votos a favor. A Presidência da chapa única apresentou como primeiro e segundo tesoureiros o Sr. Jair Ceccato e Sr Nilson Veneri Dalbosco, membros do conselho fiscal os senhores Sidnei Dalsasso, Jaice Cognacco, Ademir DellAntonio e Antonio Dalsasso, e apresentados como primeiros e segundos secretários o Sr. Gabriel Battisti e Sr. Eduardo DallaBrida respectivamente, e ainda como Diretores de eventos os senhores Rafael Antunis Piva, Ronei Darós, Marcos Minatti, Everton Meyer, Luiz Augusto Voltolini e Ricardo Gon. A chapa única eleita por aclamação toma posse imediata para início de suas atividades e o Presidente da Assembléia da à mesma por encerrada. Assinam a Ata os membros presentes:

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